Receba as notícias do montesclaros.com pelo WhatsApp
montesclaros.com - Ano 26 - terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
 

Este espaço é para você aprimorar a notícia, completando-a.

Clique aqui para exibir os comentários


 

Os dados aqui preenchidos serão exibidos.
Todos os campos são obrigatórios

Mensagem: Ligaçao telefônica Manoel Hygino Leio regularmente as reportagens sobre temas históricos assinadas pelo jornalista Gustavo Werneck, publicadas por jornal diário da capital. Aprendo sempre sobre uma área que deve importar bem à gente mineira. Isto não abdica de seus direitos e deveres com a terra que lhe serviu de berço, agora de novas gerações. A história de Minas é rica e bela. Evocou-se em 21 de janeiro, que caiu numa quarta-feira, o falecimento de uma lendária religiosa do convento de Macaúbas, em Santa Luzia, a irmã Maria da Glória do Coração Eucarístico. Foi um dia muito singular para a comunidade da histórica cidade da região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a Associação Cultural Comunitária de Santa Luzia, a religiosa nasceu em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto, em 1903, sendo batizada como Maria Gomes de Oliveira. Chegou em Macaúbas em 8 de outubro de 1926, exatamente oito anos após os votos de profissão religiosa na Ordem da Imaculada Conceição e aniversário natalício de minha mãe. Na década de 1940, foi internada em hospital de Belo Horizonte para tratamento, já desenganada pelos médicos. Mas o relato de sua vida não ficou por aí. Depois de quarenta anos acamada, desafiando perspectivas médicas, deu depoimento, em 1962, a uma comissão de religiosas, que conduzia o processo de beatificação do Padre Eustáquio (1890-1943), hoje Beato e a caminho da canonização. Ela estava lúcida e consciente. Segundo a pesquisa da entidade, há diversos relatos atribuindo à irmã Maria da Glória “sua intercessão junto a Deus em situações de dúvida, descrença e perigo”. Dessa forma, “as virtudes da fé, obediência e caridade estiveram impressas na vida da Irmã Maria da Glória, falecida em 21 de janeiro de 1986”. Inflexível, o tempo esvaía. Na gestão de Israel Pinheiro como governador, no período militar, o chefe do Executivo me chamou ao Palácio da Liberdade, num fim de semana, sábado ou domingo, sei lá. Era comum fazê-lo com seus auxiliares diretos e eu era chefe da Imprensa. Na sacada de fundo da residência oficial dos chefes de Executivo, a conversa evoluía quando uma das auxiliares de Israel, interrompeu para lembrar: que a irmã Glória telefonara pela manhã para dizer ao governador que o convento estava com telefone instalado. Até então, as notícias eram dadas pessoalmente. A primeira ligação fora da atenta religiosa para o governador, que pessoalmente pedira à empresa que desse prioridade à solicitação.

Preencha os campos abaixo
Seu nome:
E-mail:
Cidade/UF: /
Comentário:

Trocar letras
Digite as letras que aparecem na imagem acima